Home Cardus Edição 155, março 2026

FILATELIA

Edmundo

SELOS, essa coisa admirável!


Dados técnicos:
Designer: Common Curiosity;
Data de emissão: 21.01.2026;

Mais informação


CONCORDE

About Concorde

On 21st January 1976, Concorde flew simultaneous flights from Heathrow to Bahrain by British Airways and from Paris Charles de Gaulle to Rio by Air France, with each aircraft taking off from Heathrow and Paris at precisely the same time 11.40am. The supersonic plane became the icon of the 1970s with an aim to beat the barriers of time and space and to connect a much smaller, faster and globalized world.

Those passengers were the first to see the curvature of the Earth below them and the sky turning from blue to black above. Over the next 27 years, millions more were to experience ‘time travel’, arriving in New York at a local time an hour or so earlier than their departure time in London.

Its supersonic speed meant that on certain early evening transatlantic flights departing from Heathrow or Paris, it was possible to take off just after sunset and catch up with the sun, landing in daylight. This was much publicised by British Airways, who used the slogan “Arrive before you leave.”

Whilst Concorde no longer takes to the air, even fifty years later, Concorde remains a technical marvel and a much-loved icon of civil aviation.
(...)

In Wopa+ Great Britain Concorde 

Esta série de selos emitida pelos correios do Reino Unido celebra os 50 anos do início da era supersónica da aviação comercial. Em 21 de janeiro de 1976, dois aparelhos “Concorde” levantaram voo, um do Reino Unido e o outro da França e, a uma velocidades duas vezes superior à do som, a uma altitude de 18 km (onde tudo é calmo e nada turbulento), aterraram, em tempo record (metade do normal), o primeiro no Bahrein e o segundo no Rio de Janeiro. Estava assim inaugurada a era supersónica da aviação comercial que, contudo, não teve grande sucesso e terminou 27 anos depois por razões diversas onde sobressaem as comerciais e o ambiente.

Quem já vive há muito tempo recorda certamente aquele avião, que não era muito grande, parecido com um pássaro, principalmente nas asas e no bico que subia e descia e que, onde quer que aterrasse, se tornava uma atração, em muitos casos originando grandes deslocações de pessoas ao aeroporto, muitas vezes apenas para o verem estacionado na placa. O ato de levantar e aterrar do avião era outro espetáculo atrativo, nomeadamente a última, a lembrar a forma de pousar dos pássaros. E ainda aquela coisa chamada de barreira do som, que o concorde ultrapassava por duas vezes, que produzia no exterior um respeitável estrondo sonoro.

O concorde já não voa, está estacionado, não na placa dos aeroportos, mas sim em museus aeronáuticos espalhados pelo mundo. Dos 20 aviões produzidos, 16 estão nessas condições.

O vídeo que se segue dá uma bela visão do que era essa máquina de voar revolucionária que se chamava Concorde.